sexta-feira, 10 de abril de 2026

O Caminho do Artista – um resumo

Livro O Caminho do Artista - Julia Cameron

 

Eu acho que conheci o livro O Caminho do Artista por volta de 2018. Naquele momento, muita gente estava fazendo resenha sobre o livro e não demorou muito para eu ficar curiosa sobre o assunto. Afinal de contas, o livro fala sobre criatividade, e esse é um assunto que eu sempre me interessei muito. No Natal de 2019, eu ganhei o livro de presente e, em janeiro de 2020, eu comecei a lê-lo.

Sobre o que fala o livro?

O Caminho do Artista fala sobre criatividade. E também explica como nós, seres criativos, devemos nos reconectar com o nosso artista interior. Apesar do nome, O Caminho do Artista não é um livro voltado apenas para artistas, mas sim para qualquer pessoa que deseja se reconectar com a sua própria criatividade.

Como funciona o livro?

O livro é uma espécie de programa que dura 12 semanas. A cada semana, além de temas específicos, você tem tarefas e sugestões de práticas para ajudá-lo a acessar a sua criatividade. As duas orientações básicas do livro, e também as mais comentadas, são as páginas matinais e o encontro com o artista.

 


 

O que são as páginas matinais?

As páginas matinais nada mais são do que escrever o que vier à sua mente por 3 páginas inteiras todas as manhãs. Não uma ou duas páginas, mas pelo menos três páginas. A autora explica que essas páginas são uma forma de aliviar o estresse e as preocupações da vida colocando tudo no papel. Essa é a prática que eu mantenho até hoje, seis anos depois de ter lido o livro pela primeira vez. Eu confesso que nem sempre escrevo as três páginas, mas procuro manter o hábito. De fato, para mim, escrever funciona como uma válvula de escape e também um pequeno laboratório de novas ideias. Definitivamente, foi a minha parte favorita do livro!

 


 

 O que é o encontro com o artista?

O encontro com o artista é um encontro que você faz com você mesma toda semana. O mais importante desse encontro é fazê-lo, de preferência, sozinha e que seja algo divertido. Algo que a sua criança interior gostaria de fazer. Pode parecer complicado, mas é algo simples, e o livro dá diversas sugestões do que você pode fazer.

O encontro com o artista é algo que, dependendo da semana, para mim é um pouco difícil de ser cumprido, mas eu admito que ele ajuda muito no processo. Você redescobre interesses perdidos, aprende coisas novas e toda a experiência, de fato, ajuda a redescobrir a sua criatividade. De todos os encontros do artista que eu fiz, dois foram especialmente divertidos: sair para andar na praia — e nesse dia eu encontrei diversas conchas! — e o dia em que eu fiquei algumas horas fazendo colares coloridos com contas e miçangas.

Como podem ver, o encontro com o artista não é para ser algo caro ou complicado, mas é algo para você fazer com o seu pequeno artista interior. Uma boa dica é pensar no que você gostava de fazer quando era criança. Talvez você gostasse de colorir, usar adesivos, colecionar folhas etc., e esse é o caminho.

Qual foi a minha experiência com o livro?

Como eu comentei, eu li o livro pela primeira vez em 2020 e foi uma leitura muito importante para mim. Estávamos no começo da pandemia e foi importante ter algo com que eu me dedicasse naquele momento. Durante essa leitura, eu realizei todos os encontros com o artista dentro de casa. Então, tive o encontro com as contas e as miçangas. Teve momentos em que eu assei bolo ou tentei fazer croissant. Eu também bordei e costurei como parte dos meus encontros. Nessa primeira leitura, eu aprendi bastante e percebi vários bloqueios que eu adquiri com o passar dos anos com relação ao que era ser artista.

A segunda vez que eu li o livro foi no ano passado. Dessa vez, eu saí mais nos meus encontros com o artista, como, por exemplo, caminhar na praia, andar no parque ou ir até um brechó e encontrar algo muito barato e divertido para mim. No caso, foi uma pequena caixa de madeira. Nessa época, eu decidi reler o livro, pois estava me sentindo estagnada criativamente, e foi ótimo voltar a pensar em criatividade. O mais impressionante é que o livro me parecia completamente novo. Mais questões apareceram para mim, e terminei as doze semanas com ideias novas e me sentindo muito mais confiante com a minha criatividade e, por consequência, com os meus desenhos.

Vale a pena ler o livro?

Definitivamente! Mesmo que você não trabalhe com algo diretamente ligado à criatividade, somos seres humanos e naturalmente criativos. Ele é um convite para nos reconectarmos com as coisas divertidas da vida e, para mim, desenhar é isso. Atualmente, eu decidi reler o livro. Quando senti que estava com preguiça de escrever as minhas três páginas matinais, achei que estava na hora de relembrar o motivo pelo qual eu escrevo todas as manhãs.

Independente de você ser artista ou não, O Caminho do Artista é um convite para olharmos para a nossa vida com outros olhos. Talvez com olhos mais curiosos e aprendermos a aceitar que levar a vida com um pouco mais de criatividade pode ser um ótimo caminho a seguir.

Até a próxima,

Thaís

 

sexta-feira, 27 de março de 2026

Ilustração da semana: Cogumelos Amanita muscaria em aquarela

 

Aquarela Cogumelos Amanita muscaria

Para mim, mais importante do que desenhar é continuar desenhando. E o que isso quer dizer? Mesmo que eu já tenha desenhado algo inúmeras vezes, eu sempre irei aprender algo novo ao desenhar o mesmo tema novamente.

Nesta semana, isso não foi diferente. Eu pintei uma pequena série de cogumelos Amanita muscaria com aquarela. A grande diferença dessa série foi que eu decidi não fazer nenhum tipo de rascunho com lápis. Ou seja, pintei os cogumelos diretamente no papel. Honestamente, pintar com aquarela já é uma aventura por si só, mas pintar sem nenhum tipo de rascunho é algo novo para mim.

A princípio, parece que tudo vai dar errado. Ao deixar a peça secando, eu olhava para o papel e via apenas manchas de tinta perdidas em meio ao fundo branco, mas procurei lembrar a mim mesma que isso faz parte do processo e que nós só precisamos continuar. E assim eu fiz, até terminar todo o desenho.

O resultado foram cinco simpáticos cogumelos. Os mesmos cogumelos que eu tenho desenhado nos últimos meses, mas pintados de uma forma completamente diferente.

Por mais que eu tente, nenhum desenho é igual ao outro. Eu posso tentar desenhá-lo do mesmo jeito, mas eles nunca serão iguais. E é durante esse processo de desenhar e redesenhar o mesmo tema que aprendemos algo novo. Pode ser um traço diferente, o mesmo desenho sem um rascunho prévio, uma sombra colocada levemente de outra forma ou uma nova mistura de cores inusitada criada por engano.

Tudo isso faz parte da magia do desenho: a gente sempre aprende algo novo!

Até a próxima,
Thaís

Para saber mais:
Originais e miniaturas na minha loja no Elo7
Desenhos e artes digitais no meu studio no Colab55

Materiais usados para esta aquarela (Amazon):
Papel para aquarela
Paleta para aquarela Pentel
Paleta para aquarela Artools
Lápis de cor Faber-Castell


 


sexta-feira, 6 de março de 2026

A rotina por trás dos desenhos: Como criar uma rotina para desenhar?


Imagine um artista olhando fixamente para uma enorme tela em branco. Ele respira fundo e começa a pintar pinceladas expressivas por toda a tela. Essa é uma imagem que por muito tempo eu cultivei relacionada ao que era ser artista: esperar a inspiração e pintar a sua próxima obra-prima. Mas no dia a dia, ser artista é um pouquinho diferente.

Com o tempo você aprende que desenhar é como qualquer coisa na vida: você precisa praticar. E um ponto importante que eu aprendi é que, para eu criar cada vez mais e desenvolver o meu desenho, eu precisava ter uma pequena rotina. E honestamente? Ela está muito distante dessa imagem de artista em busca da sua musa inspiradora que eu tinha.

Quando eu comecei a desenhar, eu de fato achava que “artistas de verdade” não precisavam ter rotinas ou praticar, pois afinal de contas “artistas” já nasciam com “talento”. Eu fico feliz e muito aliviada de ter deixado esse tipo de pensamento para trás. Ele me impedia de melhorar o meu trabalho e agora eu percebo que, para desenhar, eu não preciso de inspiração, mas sim de muita prática e uma rotina que seja compatível com a minha vida.

É ótimo quando temos aquelas semanas cheias de ideias novas e desenhamos bastante. Mas e as semanas de branco criativo? Ou aquelas semanas em que acontecem um milhão de coisas à sua volta e você mal consegue pensar no lápis e no papel? São para esses momentos que eu aprendi o quanto é importante ter uma pequena rotina para o desenho.

Não precisa ser nada elaborado, apenas algo que funcione para a sua vida. E assim, conforme o tempo for passando e você for desenhando consistentemente, você não apenas ficará feliz por manter esse hábito, mas verá que seu traço e estilo evoluirão bastante!

Como criar uma rotina para desenhar?

Escolha quantas vezes por semana você quer desenhar.

Uma vez por semana? Três vezes? De quinze em quinze dias? A quantidade não importa, mas decida quantas vezes por semana você quer desenhar e crie esse compromisso com você mesmo. Eu, por exemplo, trabalho em um desenho novo toda semana. Ele pode ser mais elaborado ou mais simples, isso não importa. O que importa é que eu desenhe algo novo toda semana.

Agora decida o horário e o dia da semana em que você irá desenhar.

Como eu comentei no início deste post, não precisa ser nada muito rígido ou formal, apenas escolha o dia da semana e o horário. Eu, por exemplo, desenho na segunda e na terça-feira, na parte da tarde. Eu escolhi dois dias porque, se por acaso eu não desenhar na segunda por algum motivo (imprevistos acontecem e eu irei falar mais sobre isso no próximo parágrafo), eu tenho a terça-feira. E em algumas semanas eu faço um desenho mais elaborado e não consigo terminá-lo todo em um dia, então eu posso terminá-lo no outro. Para mim, um pouco de flexibilidade sempre é muito importante.

Mas vai ter aquela semana em que será quinta-feira e eu ainda não comecei o meu desenho. Nessas semanas, eu parto para o mais fácil e prático para mim: cogumelos. Desenhar cogumelos é o meu “desenho conforto”, digamos assim. Então eu faço um pequeno desenho de cogumelo e sigo em frente. O importante aqui é eu manter a minha rotina, mesmo em meio ao caos. Manter a minha rotina é uma forma de eu mostrar para mim mesma o quanto o desenho é importante, e até agora isso tem funcionado muito bem. Ao olhar para aquela semana e ver o desenho pronto, mesmo pequeno e simples, eu sinto que consegui fazer aquilo com que eu me comprometi.

Imprevistos acontecem, por isso aprenda a ser flexível

Numa semana ideal, tudo irá correr perfeitamente, mas nem sempre é assim, como eu já comentei. Nessas semanas, apenas faça o possível. Se o seu dia de desenhar é na terça-feira e você não teve tempo, tente em outro dia e está tudo bem. O importante é procurar manter a rotina de desenho da melhor forma possível. Se realmente não deu para desenhar naquela semana, OK, respire fundo e desenhe na próxima.

Se pergunte: por que você está fazendo isso?

Por que é importante para você desenhar? Para mim, não é apenas por ser parte do meu trabalho, mas porque eu amo criar algo. Eu não consigo ficar 100% bem sem criar nada, e o desenho é parte fundamental nisso. Desenhar é muito importante para mim. Então, antes de criar uma rotina e acabar se frustrando nas semanas em que a vida acontece mais depressa do que a gente gostaria, se pergunte o motivo de você ter começado a fazer isso. Pensar nisso sempre me ajuda a criar motivação e continuar. Com o tempo, a nova rotina sempre fica mais fácil.

O mais importante: divirta-se no processo

Desenhar é prática. Haverá dias em que você desenhará com facilidade e haverá dias em que nada irá ficar bom, mas tudo bem. Nem todo desenho precisa ser perfeito. O importante de ter uma rotina de desenho é aprender a ter um espaço para criar. Independentemente de você ser uma artista profissional ou não, ter uma rotina irá permitir que você veja o seu progresso.

Pense no seguinte: se você se comprometer a desenhar 1 desenho novo por semana, no final de 1 mês você terá 4 novos desenhos. Isso pode não parecer muito, mas ao final de 1 ano você terá 52 novos desenhos — e isso é um marco incrível!

Por hoje é isso.

Até a próxima,

Thaís Melo

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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026

Meu primeiro desenho digital com a minha mesa digitalizadora XP Pen Deco 01 V3 + Projeto Let’s Grow

O universo - Arte Digital Thaís Melo

 

ProjetoLet’s Grow

No final de 2025, eu estava lendo um artigo no Redbubble em que falava sobre o projeto Let’s Grow. O projeto Let’s Grow é uma iniciativa que busca incentivar novos artistas, doando mesas digitalizadoras para eles. Eu não conhecia o projeto e achei muito interessante a iniciativa.

Eu comecei a desenhar com lápis e, aos poucos, fui experimentando novas mídias. Tive uma fase muito forte desenhando com ink, até começar a usar aquarela e passar a experimentar mais cores. Durante essa transição, do desenho em preto e branco para desenhos com mais cores, eu passei a criar arte digital. O que eu mais gosto na arte digital é a maneira como eu penso sobre o desenho. Eu comentei sobre isso no post da semana passada: ao invés de pensar em texturas, como eu penso quando pinto uma aquarela, quando crio uma arte digital eu penso em camadas. E pensar dessa forma é algo muito interessante para mim e me deixa muito curiosa sobre as formas de criar e refletir sobre o meu processo criativo.

Voltando ao projeto Let’s Grow, quando eu li sobre ele e descobri que a 10ª edição estava aberta, fiquei curiosa, animada, mas também em dúvida se eu teria o perfil “correto” para me inscrever. Afinal de contas, eu fazia arte digital, mas também desenhava com técnicas tradicionais. Será que esse projeto não seria mais “apropriado” para “artistas digitais”? E, em meio a todos esses pensamentos, foi quando eu percebi que essas perguntas, na verdade, eram apenas medo de tentar algo novo. O que eu poderia fazer se tivesse uma ferramenta apropriada? Até onde a minha criatividade me levaria com isso? Com esse novo pensamento em mente, eu respirei fundo, me inscrevi e não pensei mais sobre o assunto. E, para minha surpresa, em meados de dezembro, recebi uma mensagem avisando que eu havia sido uma das contempladas!

Eu fiquei muito surpresa e, ao mesmo tempo, emocionada por ter sido uma das artistas escolhidas. Quando a mesa digitalizadora chegou, de fato foi um momento muito especial para mim. A minha emoção não era apenas sobre o reconhecimento do meu trabalho como artista, mas também sobre a animação de estar diante de uma ferramenta tão legal. O meu primeiro pensamento foi: Uau! Essa mesa é enorme!

Como foi o meu primeiro desenho digital com a mesa digitalizadora

Eu decidi usar programas que já utilizo normalmente, então usei o Inkscape para criar o contorno e o Krita para colorir. Já adianto: usar uma mesa para colorir é uma experiência completamente diferente.

Eu pude pensar em texturas, ao invés de camadas, ao criar a arte digital, e isso é uma experiência nova para mim. Eu sinto que ainda tenho muito o que aprender, mas fiquei muito feliz com a minha primeira experiência.

Eu ando numa fase em que tenho pintado muitos cogumelos, e esse desenho reflete isso. Cogumelos, astronautas e muitas cores. O mais legal foi experimentar usar vários pincéis e texturas e observar como isso funciona digitalmente. Eu adorei o resultado, e o fato de a mesa ser enorme com certeza me ajudou muito. É um processo diferente, e agora eu só quero aprender cada vez mais. Talvez eu escreva, daqui a um ano, um novo post contando como está sendo desenhar com a minha mesa. Quem sabe?

Eu quis escrever este post não apenas para falar da experiência de ter e usar uma mesa digitalizadora, mas também para deixar um registro desse projeto, que me proporcionou não apenas uma ferramenta que vai me ajudar muito como artista, mas também uma experiência tão especial.

Muito obrigada ao projeto Let’s Grow e à XP Pen, que foi a patrocinadora dessa edição. E, se você é artista, vale muito a pena conhecer o projeto e se inscrever nas próximas edições. Eu descobri sobre a 10ª edição através do Instagram do projeto, então vale a pena sempre ficar de olho.

Por hoje é isso.

Até a próxima,

Thaís Melo

Para saber mais:
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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

Como eu faço os meus desenhos? Pensando um pouco sobre o meu processo com arte digital e com arte tradicional

 

Minha folha de "rascunhos"

Como eu costumo desenhar? Esta foi a pergunta que eu me fiz essa semana, enquanto eu pintava uma aquarela de cogumelos. O desenho ainda está no meio do caminho, mas a pergunta me fez ter a ideia de pensar sobre o assunto e escrever este post.

Todos os meus desenhos começam com um rascunho a lápis. Não importa se eu pintarei com aquarela ou se ele se tornará uma arte digital, todos os meus desenhos começam com um papel e um lápis.

Depois do rascunho pronto, eu decido se ele vai ser pintado manualmente ou digitalmente. Se ele for se tornar uma arte digital, eu faço o contorno com caneta (ink) no desenho; em seguida, ele é escaneado, transformado em vetor e depois colorido digitalmente. Caso ele seja pintado manualmente, eu começo o processo de pintura da base das cores e, ao final disso, eu costumo fazer o contorno.

Acho que essa é a diferença básica entre arte digital e arte tradicional para mim: na arte digital, eu faço o contorno antes da cor base; mas na arte tradicional, como a aquarela, por exemplo, eu faço o contorno no final.

E por que eu faço isso?

Quando eu uso aquarela, por exemplo, eu misturo muitas cores no processo, e o contorno limita um pouco essa mistura. Por isso, é mais lógico terminar o desenho com o contorno. Já na arte digital, eu penso em camadas de cores e não em mistura. Por isso, o contorno funciona tão bem no início do processo.

Quando eu desenhava sem usar cores, a parte de “colorir” o desenho, digamos assim, era feita com um detalhamento muito maior. Então, mesmo com desenhos em preto e branco, eles tinham muitas texturas que criavam a sensação de sombra e profundidade.

Foi interessante pensar um pouco sobre o meu processo, pois isso me faz entender o motivo de cada passo dentro dos desenhos. Conhecendo esses passos, eu posso, com muito mais consciência, mudar a ordem, experimentar novos processos só para ver o que acontece.

Esse post, além de me ajudar a enxergar com mais detalhe o meu processo, me ajuda a simplesmente ilustrar que, dentro da arte, se conhecer pode ser a nossa melhor ferramenta. Apenas dessa forma podemos criar liberdade para mudar o nosso próprio processo e descobrir coisas novas.

Por hoje é isso.

Até a próxima,


Thaís Melo