Mostrando postagens com marcador Dicas para artistas iniciantes. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Dicas para artistas iniciantes. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

Três formas de deixar os seus exercícios para desenho mais divertida

 

Exercícios para desenho com papel quadriculado

Particularmente, eu nunca fui muito fã de fazer exercícios para “melhorar” o meu traço. Honestamente, eu achava esses exercícios uma tarefa chata e muito repetitiva; além do mais, eu detestava “gastar” material fazendo exercícios ao invés de estar trabalhando em um desenho de fato. Mas isso não significa que esses exercícios não sejam importantes na hora de desenhar. Exercícios de desenho ajudam a melhorar o meu traço e, consequentemente, melhoram o resultado final dos meus desenhos. Então, ao invés de reclamar na hora de repetir traços aleatoriamente, eu criei três estratégias que me fazem querer fazer esses exercícios, sem parecer exercícios de fato.

“Aquecer a mão” antes de desenhar

A prática que mudou muita coisa para mim foi “aquecer” a mão antes de começar um desenho. O que seria isso na prática? Seria fazer alguns desenhos mais simples antes de começar algum desenho. Isso de fato ajuda, pois deixa a mão mais “solta” e o traço fica mais fluido. Isso me ajuda muito, principalmente quando eu vou fazer um desenho com ink, por exemplo, que naturalmente é um tipo de desenho em que o traço influencia muito no resultado final.

 

Exercícios para desenho usando folha A4

 

A técnica da folha de papel A4

Outra maneira de fazer isso sem sentir que está fazendo um exercício de desenho é desenhar pequenos desenhos aleatórios em um papel antes de começar. Eu, por exemplo, tenho uma folha de papel A4 voltada para desenhos aleatórios. Nessa folha eu rabisco, faço desenhos mais rápidos e, assim, além de exercitar o meu traço, eu acabo aquecendo a mão e, algumas vezes, crio sem querer um desenho completo. É uma prática que eu uso bastante e costumo ter uma folha A4 por semana. Algumas vezes eu uso mais de uma folha, outras eu nem completo uma folha, mas o mais importante aqui é fazer um desenho rápido antes de começar um desenho mais detalhado.

 

Exercícios para desenho com papel quadriculado

 

Papel quadriculado pode ser o seu melhor amigo

Outro grande aliado na hora de fazer exercícios para desenho é usar papel quadriculado. Eu gosto muito de desenhar com ink e canetas e, para esse tipo de desenho, praticar o meu traço se tornou uma parte importante do processo. Usar o papel quadriculado, além de criar mais estrutura na hora de repetir o mesmo traço, me permite fazer pequenas “estampas” no papel, algo que deixa todo o exercício mais lúdico e divertido.

Essas são as três formas que eu faço exercícios para desenho e que não me fazem sentir que estou fazendo exercícios. Eu não uso todos eles ao mesmo tempo; existem semanas em que estou trabalhando mais com ink, então eu uso mais o papel quadriculado. Nas semanas em que eu trabalho mais com aquarela, eu prefiro usar o método da folha A4 e, assim, sigo usando o que for melhor para mim.

Mesmo que não seja a minha parte favorita na hora de desenhar, com o tempo eu percebo que praticar é muito importante. Então, por que não deixar essa parte do processo um pouco mais divertida?

Até a próxima,

Thaís Melo

Para saber mais:
Originais e miniaturas na minha loja no Elo7
Desenhos e artes digitais no meu studio no Colab55

Materiais usados para esta aquarela (Amazon):
Papel para aquarela
Paleta para aquarela Pentel
Paleta para aquarela Artools
Lápis de cor Faber-Castell


 


sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

Aquarelas em formato A5 é a minha forma favorita de praticar aquarela.

 

 
Ao criar o desenho desta semana, eu quis testar novas combinações de cores com aquarela. Na hora de fazer esses testes, eu tenho gostado bastante de usar uma folha A5 ao invés de uma folha A4.

É um detalhe muito simples, mas fez toda a diferença para mim! Em primeiro lugar, quando eu vou fazer um teste, ao invés de ter um resultado incerto numa folha A4, eu tenho duas chances ao cortá-la ao meio, transformando-a em duas folhas A5. Isso tirou a pressão que às vezes eu sentia de “não desperdiçar material”. Não me entendam mal: toda a prática dentro da arte é benéfica, mas, honestamente, papel para aquarela não é algo barato e, muitas vezes, podemos ficar com receio de “errar” e até mesmo ter medo de “desperdiçar” o material. Toda essa preocupação, infelizmente, nos impede de criar algo legal e de experimentar ideias novas. Então, cortar uma folha de aquarela A4 em duas (tamanho A5), ou até mesmo em quatro partes na hora de testar algo novo, é uma ótima forma de criar sem essa pressão. E esse novo formato tem sido ótimo para mim.

Eu tenho feito isso há mais ou menos seis meses e, além de ter experimentado várias técnicas novas e misturas de materiais, eu tenho adorado ver o resultado final dessas pequenas aquarelas.

Nesta semana, eu criei mais uma leva de cogumelos coloridos com aquarela e lápis de cor. Desta vez, eu quis testar combinações diferentes de cores, como, por exemplo, tons mais quentes com toques de neon (cogumelo laranja) e até mesmo tons frios e quentes com cores que se complementam (cogumelo roxo e amarelo). O resultado foram esses simpáticos cogumelos, com uma mistura muito interessante de cores.

Até a próxima,

Thaís Melo

Para saber mais:
Originais e miniaturas na minha loja no Elo7
Desenhos e artes digitais no meu studio no Colab55

Materiais usados para esta aquarela (Amazon):
Papel para aquarela
Paleta para aquarela Pentel
Paleta para aquarela Artools
Lápis de cor Faber-Castell


 


quinta-feira, 28 de novembro de 2024

Aquarela - Parte I - Um Guia Básico com Técnicas, Dicas e Mitos Desvendados

 

O processo do desenho O jardim feito com aquarela, nanquim e lápis de cor

Como não se encantar pela aquarela?!

Além de ser uma forma de pintura lúdica, ela é também um material muito versátil. Você pode usá-la de diversas formas: mais seca e concentrada ou com muita água; apenas a aquarela ou combinada com outras técnicas de pintura. Mas, independentemente da forma como você a utiliza, no post de hoje eu vou contar um pouquinho sobre como uso a aquarela nos meus desenhos e desmistificar alguns "mitos" sobre essa técnica tão especial.


O que é a aquarela?

Aquarela é uma técnica em que se mistura água com tinta própria para criar pinturas e desenhos. Diferentemente da tinta a óleo, por exemplo, que exige solventes para ser diluída, na aquarela você só precisa de água limpa para diluí-la e criar diversos efeitos no papel.


Quais as principais técnicas usadas na aquarela? Wet to Dry e Wet to Wet

Existem diversas formas de trabalhar com a aquarela, e cada artista desenvolve sua própria técnica. No entanto, há dois conceitos básicos que influenciam bastante as escolhas: Wet to Dry e Wet to Wet.

Esses conceitos dizem respeito à quantidade de água usada e, principalmente, se o papel estará molhado ou seco durante a pintura. Como o próprio nome sugere:


Wet to Dry (molhado para seco): você pinta com o papel seco.

Wet to Wet (molhado para molhado): a aquarela é aplicada no papel previamente molhado.


A principal diferença está no controle que você tem durante a pintura e no resultado que deseja alcançar.

Se você é iniciante, sugiro começar com a técnica Wet to Dry. Como o papel está seco, é mais fácil controlar as áreas a serem pintadas. Quando o papel está molhado, a aquarela se torna mais "dinâmica", o que pode ser desafiador no início, resultando em cores misturadas e um aspecto confuso. Conforme você ganha confiança, a técnica Wet to Wet pode criar efeitos belíssimos!

Eu, particularmente, prefiro usar Wet to Dry, pois gosto de ter mais controle sobre o desenho, o que combina mais com o meu estilo de colorir. Mas isso não me impede de experimentar e me divertir com Wet to Wet. 😉


Os 3 principais "mitos" da aquarela


Mito número 1 - Eu preciso usar papel de aquarela para pintar?

Sim, o papel de aquarela é necessário, pois suporta a quantidade de água utilizada nessa técnica. Papéis comuns tendem a rasgar ou deformar ao secar.

Se você usar a técnica Wet to Dry e pouca água, pode até utilizar um papel de desenho, mas as chances de deformação são altas. Como blocos de papel para aquarela costumam ser mais caros, sugiro começar com desenhos menores, cortando as folhas ao meio. Assim, em vez de 12 folhas (normalmente a quantidade em um bloco), você terá 24!

Mito número 2 - Não se usa a cor preta em pinturas com aquarela.

Depende. Isso varia conforme o estilo e a abordagem do artista. Eu, por exemplo, uso bastante preto para sombreamento, pois ele dá dimensão aos meus desenhos. Porém, é uma cor que exige cuidado: por ser mais escura, pode manchar o desenho se usada em excesso. Comece com leves camadas e teste em um pedaço de papel antes de aplicá-la. Outra dica é misturá-la com outros tons para escurecê-los, em vez de usar o preto puro.

Mito número 3 - Não é preciso esperar a pintura secar para criar mais camadas.

Mentira! Para obter os melhores resultados, o ideal é esperar o papel secar completamente entre as camadas. Caso contrário, o desenho pode manchar.

Pinte uma camada e deixe secar. Algumas pessoas usam secador de cabelo, mas eu prefiro deixar secar naturalmente. Quanto mais água for utilizada, maior deve ser o intervalo de secagem.

Para saber se o papel está seco, toque-o com os dedos (frente e verso). Se sentir que ele está frio, ainda há umidade, mesmo que pareça seco. Esse cuidado evita manchas e mantém a qualidade da pintura.

Por hoje é isso! Espero que essas dicas te ajudem a aprimorar sua técnica com aquarela. No próximo post, falarei sobre como uso lápis de cor para dar mais destaque aos meus desenhos com aquarela.

Até a próxima!



domingo, 24 de setembro de 2023

Miniaturas e um pouco de biscuit

Tortinhas em Miniatura


Em 2011, comecei a me interessar por miniaturas. Naquela época, eu mantinha um blog sobre artesanato e uma nova massa de modelar chamada "polymer clay" começava a chamar a atenção na internet. Era difícil encontrar polymer clay no Brasil, por isso, comecei a me interessar pelo biscuit. Ambas são massas de modelar, mas cada uma tem suas peculiaridades.

O tempo passou, e durante a pandemia, retomei a criação de miniaturas de casas, usando materiais reciclados e papel machê. Desde então, as miniaturas passaram a fazer parte do meu processo criativo. Diferentemente de 2011, quando eu me satisfazia apenas em conseguir um pouco de textura em minhas peças, agora desejo entender a melhor maneira de usar o biscuit. Quero aprender a moldá-lo para criar texturas e peças mais realistas e complexas.



Tortinhas em Miniatura


Tortinhas em Miniatura



Isso tem sido um pequeno desafio, eu confesso. Quem já trabalhou com biscuit sabe como essa massa pode ser desafiadora. No entanto, com um pouco de prática e paciência, acredito que estou conseguindo entender melhor como obter os resultados desejados. A melhor forma de aprender algo novo é praticando. Por isso, além de aplicar técnicas do polymer clay no biscuit, tenho explorado o uso de tinta guache, tinta acrílica e aquarela para criar miniaturas realistas de alimentos.

Mas por que miniaturas de alimentos? Talvez você se pergunte. Além de ser divertido, é uma ótima maneira de aprender a criar diversas texturas e formas. Todas as peças que tenho criado estão sendo disponibilizadas na minha loja no Elo7, e este é o resultado das minhas criações nas últimas semanas =)

Até a pŕoxima,

Thaís

Para saber mais:

quinta-feira, 20 de julho de 2023

Desenho, evolução e 6 dicas para lidar com a frustração na hora de desenhar

Ilustração Coffee Coffee Coffee versão 2023

Eu comecei a desenhar quando eu era criança e naquela época, eu acreditava que existiam dois tipos de pessoas: As que sabiam desenhar e as que não sabiam. Eu sempre tive facilidade com o desenho, mas ter facilidade não significa que você desenhará facilmente qualquer coisa que surgir na sua frente.

Por muito tempo isso me causou muita frustração. Como toda pessoa que está aprendendo algo novo, errar faz parte do caminho e minha versão mais nova achava que desenhar significava uma única coisa: desenhar sem errar. Infelizmente, uma parte minha não conseguia entender que para tudo que nos propusermos a fazer, precisamos de muito treino e esforço, e isso significa muito erro.

Hoje em dia eu ainda lido com a frustração de errar, mas entendo que por mais chato que isso seja, faz parte do processo. E além do mais, quanto mais eu erro, mais curto se torna o caminho para aprender algo novo e chegar ao resultado que eu tenho na minha mente.

Nos últimos dias eu revi os primeiros trabalhos com arte digital que eu fiz em julho de 2022. Há exatamente um ano, eu começava a trilhar o meu caminho com arte digital e levei um pequeno susto ao abrir aqueles primeiros desenhos e perceber o quanto o meu trabalho com arte digital evoluiu. Eu fiquei muito feliz por não ter desistido durante as primeiras frustrações e ter continuado. De lá para cá foram muitos erros, acertos e testes para chegar num tipo de arte digital que eu goste de fazer. Como eu comentei no último post, eu gosto muito de arte tradicional e começar a criar arte digital foi um grande passo para mim. Um passo incrível que tem me ensinado bastante.

Eu acredito que um dos motivos que nos causam tanta frustração é o fato de olharmos o trabalho de alguém e vermos apenas aquele momento, e não pensamos em todos os erros e acertos que aquela pessoa passou até chegar ali. Mesmo que nós não percebemos, a gente sempre evolui e só precisamos seguir em frente. Isso é um grande lembrete para aqueles dias onde nada parece dar certo e só temos vontade de jogar tudo para o alto. Tudo passa e para momentos assim eu separei algumas dicas do que eu faço nos meus dias frustrados que me ajudam muito a continuar desenhando.


Versão 2022


Olhe para sua obra de um ano atrás e estude a sua evolução

Essa foi a minha grande lição do mês de julho! Agora sempre que eu me sentir empacada ou frustrada com algum desenho, eu vou olhar a pasta de desenhos de um ano atrás e estudar em que pontos o meu desenho evoluiu. Eu aprendi a fazer sombras? Os detalhes estão mais complexos? O que eu estou fazendo agora e não fazia antes? Esse tipo de perspectiva é capaz de nos tirar da estática e nos fazer nos sentir mais confortáveis com a nossa evolução. 

Pare, respire e tome uma xícara de chá (ou café se você é do time do café)

Muitas vezes a melhor coisa a fazer é parar. Deixar o desenho de lado e fazer outra coisa é a melhor forma da mente descansar e conseguir lidar com algum problema. Para mim, a melhor forma de lidar com dias difíceis é parar, respirar e tomar um pouco de chá. Segurar um xícara quentinha é algo muito reconfortante e sempre me ajuda a relaxar.

Tenha mais de um projeto por vez

Eu não consigo fazer apenas uma coisa de cada vez. Eu estou sempre com vários projetos em andamento. Às vezes são vários desenhos que estou fazendo ao mesmo tempo ou estou trabalhando numa nova série de miniaturas, mas independente do que for, vários projetos me permite mudar de foco quando um dos projetos está me dando um pouco de dor de cabeça.  Tudo é bem simples: Se um desenho não está fluindo naquele dia, basta eu parar, respirar e tomar a minha xícara de chá, e logo depois começar a olhar um outro desenho. Isso sempre funciona comigo e quando eu volto ao desenho “problemático”, tudo se resolve com mais facilidade.

Se possível, saia um pouco de casa e ande sem rumo

Eu simplesmente adoro andar. Eu não preciso fazer nada específico, simplesmente sair de casa e andar pelas ruas, ver os prédios, observar as plantas e as árvores já me deixam de bom humor. Para mim não há nada mais legal do que descobrir um detalhe novo numa rua por onde eu sempre passo. Eu não sei se é a endorfina liberada pela caminhada ou fato de estar ao ar livre, independentemente do que for, andar sempre me ajuda muito a lidar com o estresse e a frustração. 

Deixe o seu desenho “sair de férias”

Algumas vezes você já fez de tudo e o desenho parece não estar funcionando? Então, é hora de você dar “férias” para o seu desenho e começar outro projeto. Quando eu digo férias, eu me refiro a  deixar o seu desenho de lado por algumas semanas e depois voltar nele.  Isso já aconteceu algumas vezes comigo e eu acredito que faz parte do processo. Muitas vezes você tem uma ideia, mas ela ainda precisa de algumas engrenagens para poder se encaixar e formar um todo. Por isso, eu tenho uma pilha de desenhos que eu considero desenhos ativos. São desenhos que eu estou trabalhando e que ainda precisam de algum ajustes e de tempos em tempos, eu revejo toda a pilha. Algumas vezes eu esqueço de alguns desenhos em outras, eu vou direto num desenho específico que eu estava trabalhando antes. Sendo bem sincera, algumas vezes tudo o que você e o seu desenho precisam é de boas férias um do outro ;)


Ilustração Love Raccon


Saiba a hora de desistir, mas nunca descarte uma ideia por completo

Nos últimos meses eu estava obcecada em desenhar um guaxinim. Eu tentei várias ideias e rascunhos e nada parecia funcionar. Depois de xícaras de chá e alguns passeios, eu percebi que era hora de dar férias para o meu guaxinim e pensar em outra coisa. Mas dessa vez, ao retornar o desenho, nada funcionava. Então, eu fui olhar o meu caderninho de ideias e achei uma frase que dizia: Love Raccoon. Pronto! O desenho que não funcionava de jeito nenhum, simplesmente fluiu. A frase surgiu ao escutar o Álbum Branco dos Beatles, onde uma das faixas se chama Rocky Raccon. Enfim, essa frase está escrita no meu caderninho há muito tempo, esperando para virar um desenho e somente agora tudo fez sentido. Por isso, saiba a hora de desistir de um desenho, mas nunca descarte aquela ideia por completo. Eu anoto tudo num pequeno caderno encapado com tecido laranja. Mas você pode anotar no celular, em arquivos ou no que for mais conveniente para você. Por isso, nunca descarte as suas ideias. Muitas vezes ela só precisam de mais tempo para amadurecer.

Dica extra: Anote todas as ideias que você tem! Até mesmo as que parecem bobas ou sem sentido

Essa ideia eu aprendi assistindo a série Seinfeld. Para quem não conhece, Seinfeld é uma série sobre nada que mostra a vida de um comediante e seus amigos. Seinfeld, o comediante, anota todas as suas ideias para os seus shows num pequeno caderno. Desde que eu vi isso, eu achei uma boa ideia e passei a anotar as minha ideias num pequeno caderno. De tempos em tempos, eu foleio o caderno em busca de alguma inspiração e eu sempre me surpreendo com o que eu encontro anotado!

Resumindo

Frustração e erro fazem parte da vida de qualquer pessoa e também fazem parte da vida de um artista. Seja ele iniciante ou com anos de carreira, errar faz parte do caminho. O que eu quero dizer é que devemos aceitar a frustração e aprender a lidar com ela. Ela faz parte do processo e no final, ela irá te ajudar a fazer um trabalho ainda melhor.

Até a próxima,

Thaís